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mesh

Um dos mais significativos avanços estruturais da nova geração bi-processada Intel Xeon Escalável é o uso da interconexão em malha, chamada “mesh”, que faz a ligação entre os núcleos e outros componentes dentro do processador, como o cache, controladores de memória e controladores de I/O.

A tarefa/desafio de adicionar mais núcleos por chip com o passar do tempo e das gerações, e interconectá-los para criar um ambiente de processamento multi ou até “many” núcleos pode parecer “simples” e natural, contudo, para uma melhor eficiência dessa interconexão e considerando o crescente número de núcleos, fez-se necessária a criação de uma nova forma de interconexão, para atender aos requerimentos dos centros de dados e cargas de trabalho atuais demandantes de grande poder computacional.

A resposta da Intel para suportar esse crescente desafio é a nova forma de interconexão em mesh (malha) em detrimento da anterior e ainda vigente interconexão baseada em anel (ring), ainda muito utilizada e suficiente para as plataformas mono-processadas tradicionais, caracterizadas por número de núcleos mais modestos.

 

arquitetura intel mesh

 

Na interconexão em ring (anel) haveria um grande gargalo na largura/vazão do processamento e especialmente maior latência à medida que o número de núcleos fosse aumentado, porque quando muitas terminações na interconexão, os dados teriam que frequentemente passar por vários pontos intermediários para sair da origem até o seu destino. Assim sendo, com até 28 núcleos, 48 vias pci Express e 6 canais de memória por processador, esses novos chips se mostraram muito complexos para uma simples topologia em anel.

Já na nova forma em malha (mesh), através de uma nova topologia de linhas e colunas, os dados transversalmente “cruzam” o processador até o seu destino de forma menos árdua, incorrendo em aumento de performance.

Vamos ao vídeo:

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Outra vantagem da interconexão em malha é que permite a camada de memória cache L2 / L3 ser acessada com menor latência, “permitindo que os softwares tratem os bancos distribuídos de memória cache como se fossem uma grande e unificada camada de memória cache de último nível”, de acordo com o engenheiro da Intel, Akhilesh Kumar. Como resultado, aplicações podem se comportar de maneira mais consistente e desenvolvedores não precisam se preocupar com variações de latência, já que agora, suas aplicações são melhor escaladas através do maior número de núcleos dentro do processador. O mesmo, também vale para as latências de processamento de memória e I/O em geral, já que essas interfaces controladoras estão também inclusas na malha.

Observo ainda que, na área de workstations, a nova geração de processadores “core extreme”, a qual denominamos como linha Silix Skylake-X, também utiliza a arquitetura mesh.

Deduz-se que a Intel continuará a utilizar a arquitetura em malha nas próximas gerações de processadores Xeon à medida que o número de núcleos aumenta. Provavelmente, chegará um dia em que outra forma de interconexão seja necessária, já que a topologia em 2D provavelmente representará uma restrição/afunilamento quando o número de núcleos começar a chegar em centenas. Mas isso é para o futuro.

Enquanto isso, e seguramente também no futuro, conte com a Silix para o atendimento de suas demandas de processamento de dados.

Segue abaixo o nosso “lineup”:

Servidor Silix Escalável-DRH – Rack 2U Hot-Swap: LINK

Servidor Silix Escalável-DR – Rack 2U não Hot-Swap: LINK

Servidor Silix Escalável-DR – Torre: LINK

Workstation Silix Escalável-DW – Torre: LINK

Servidor de armazenamento Silix Escalável-H24: LINK

Whitepaper sobre a arquitetura Mesh: download-1